Sexta-feira Santa. Para nós cristãos, um dia bastante emotivo.
No CJS começamos logo cedo os preparativos, para vivermos a via sacra e a Paixão do Senhor em comunidade.
sábado, 11 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
dons gratuitos
Obrigado a todos.
Esta Páscoa estou aqui em Roma. A univ. está quase deserta.Quase toda a gente foi para fora. O que dá uma sensação estranha.
Só um bitaite pascal:
no hi5 de um de nós está a frase: Dons gratuitos...será que mereço?
Deep.
Percebo o paradoxo. Recebemos tanto, tão mais do que aquilo que merecemos. Dos bons amigos, da criação, de Deus... E custa esta sensação de não estar à altura. Não é só de não merecer; é de não saber responder ao que nos foi dado.
Mas esta forma de raciocinar ainda é típica de uma mentalidade de negócio, em que se busca o equilíbrio.
Porque os dons são gratuitos. São oferta. Não são pagamento de nada que tenhamos feito. Não são adiantamento por nada que venhamos a fazer. Não são forma de equilibrar seja o que for. São bons, borlas, ofertas. São in-úteis (ou seja, não são "úteis", não seguem a lógica do mercado).
Por isso aos dons que recebemos, não vale a pena perguntar se os merecemos. Não são merecimento. Podemos até ser muito boas pessoas. Os dons não são para compensar esses nossos merecimentos: são mesmo oferta.
A pergunta importante é mesmo outra: aceitas ou dons ou não?
E é esse o paradoxo da páscoa (e da vida). Às vezes, as pessoas vibram religiosamente mais com a Páscoa. Sentem a necessidade de equilibrar as contas com Deus. Olhando para a forma como vivem sentem que há um desequilíbrio entre elas e Deus.
Asneira. O estilo de Deus (que se percebe muito bem hoje, 6ªf Santa) é este: oferta. Sem pedir em troca. Deus oferece-Se. E ponto final. É ocioso perguntarmo-nos se o merecemos, se o nosso estilo de vida está à altura. A questão é outra: aceitas ou recusas?
E esse é que é o drama. De ver um amor recusado.
Mas se aceitarmos esse dom, pode ser que a moda pegue. Pode ser que nas nossas relações (grupo, amigos, namorados, família...) possa aparecer esta lógica do dom oferecido. Que essas relações não se organizem mais a partir de uma tentativa de equilíbrio (ou, pior: a partir da exploração e engano do outro) mas sim a partir da oferta de si. Livremente feita. Livremente aceite.
Esta Páscoa estou aqui em Roma. A univ. está quase deserta.Quase toda a gente foi para fora. O que dá uma sensação estranha.
Só um bitaite pascal:
no hi5 de um de nós está a frase: Dons gratuitos...será que mereço?
Deep.
Percebo o paradoxo. Recebemos tanto, tão mais do que aquilo que merecemos. Dos bons amigos, da criação, de Deus... E custa esta sensação de não estar à altura. Não é só de não merecer; é de não saber responder ao que nos foi dado.
Mas esta forma de raciocinar ainda é típica de uma mentalidade de negócio, em que se busca o equilíbrio.
Porque os dons são gratuitos. São oferta. Não são pagamento de nada que tenhamos feito. Não são adiantamento por nada que venhamos a fazer. Não são forma de equilibrar seja o que for. São bons, borlas, ofertas. São in-úteis (ou seja, não são "úteis", não seguem a lógica do mercado).
Por isso aos dons que recebemos, não vale a pena perguntar se os merecemos. Não são merecimento. Podemos até ser muito boas pessoas. Os dons não são para compensar esses nossos merecimentos: são mesmo oferta.
A pergunta importante é mesmo outra: aceitas ou dons ou não?
E é esse o paradoxo da páscoa (e da vida). Às vezes, as pessoas vibram religiosamente mais com a Páscoa. Sentem a necessidade de equilibrar as contas com Deus. Olhando para a forma como vivem sentem que há um desequilíbrio entre elas e Deus.
Asneira. O estilo de Deus (que se percebe muito bem hoje, 6ªf Santa) é este: oferta. Sem pedir em troca. Deus oferece-Se. E ponto final. É ocioso perguntarmo-nos se o merecemos, se o nosso estilo de vida está à altura. A questão é outra: aceitas ou recusas?
E esse é que é o drama. De ver um amor recusado.
Mas se aceitarmos esse dom, pode ser que a moda pegue. Pode ser que nas nossas relações (grupo, amigos, namorados, família...) possa aparecer esta lógica do dom oferecido. Que essas relações não se organizem mais a partir de uma tentativa de equilíbrio (ou, pior: a partir da exploração e engano do outro) mas sim a partir da oferta de si. Livremente feita. Livremente aceite.
Morreu o Pe. Maurício Pinto SDB
Depois de doença prolongada, morreu quarta-feira, dia 09 de Abril, o Pe. Maurício de Bastos e Pinho. Tinha 74 anos anos. Nasceu em Pardilhó - Estarreja - no dia 31 de Março de 1935.
O Sr. Pe. Maurício fez a sua Profissão Religiosa no dia 16 de Agosto de 1951 e foi ordenado sacerdote em 09 de Julho de 1961.
O Sr. Pe. Maurício fez a sua Profissão Religiosa no dia 16 de Agosto de 1951 e foi ordenado sacerdote em 09 de Julho de 1961.
O Pe. Maurício pautou a sua vida, por uma disponibilidade e dedicação totais às missões que lhe foram confiadas, missões que exerceu com uma generosidade, uma dedicação e um optimismo contagiantes.
A sua grande capacidade de liderança era coadjuvada por uma entrega sem limites ao trabalho.
Ao longo da sua vida exerceu vários cargos, entre os quais os de Director na Escola Salesiana da Namaacha - Moçambique - na Escola Salesiana do Estoril e no nosso Colégio dos Órfãos.
A par dos cargos de que foi responsável, o Pe. Maurício soube exercer o seu sacerdócio e o seu "ser salesiano", em plenitude, quer na celebração diária da Eucaristia, quer na total disponibilidade para o sacramento da reconciliação, quer na fé e no entusiasmo com que anunciava a mensagem de Jesus.
Por tudo o que viveu, pela doação total de si mesmo e pelo muito que sofreu durante a sua doença, que Deus o recompense e o tenha na Sua glória.
Hoje, dia 10 de Abril, às 10:00h, na Capela da Escola Salesiana do Estoril, decorreu uma celebração litúrgica. Pelas 11:00h o corpo seguiu para Pardilhó, terra natal do Pe. Maurício onde, às 16:00h se realizará o funeral.
Os jovens do Centro Juvenil Salesiano do Colégio dos Órfãos recordam-no com saudade e tê-lo-ão presente nas suas orações, certos de que o Deus o acolheu nos seus braços de Pai.
Aniversário do Rui
Ontem o nosso italiano fez aninhos. Apesar de longe, está sempre presente e não pudemos deixar de lhe desejar um feliz aniversário, bem à nossa maneira!
Para quem quiser ver o vídeo dos parabéns, pode aceder ao blog do Rui aqui.
Beijinhos Rui
Cerimónias do Tríduo no COP
Iniciamos ontem as cerimónias do tríduo pascal.
Às 18h30 foi a eucaristia com o lava-pés. À noite rezamos com Jesus no horto das oliveiras.
Recordando os horários das celebrações de hoje: às 15h haverá a Via sacra, seguida da Paixão do Senhor às 17h. Somos ainda convidados a fazer a Adoração à Cruz, a partir das 21h.
Amanhã, iniciamos as celebrações com as Laudes às 9h30 e às 22h teremos a grande Vigília.
Desde já convidamos-te a estares presente.
Às 18h30 foi a eucaristia com o lava-pés. À noite rezamos com Jesus no horto das oliveiras.
Recordando os horários das celebrações de hoje: às 15h haverá a Via sacra, seguida da Paixão do Senhor às 17h. Somos ainda convidados a fazer a Adoração à Cruz, a partir das 21h.
Amanhã, iniciamos as celebrações com as Laudes às 9h30 e às 22h teremos a grande Vigília.
Desde já convidamos-te a estares presente.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Tríduo Pascal
5ª FEIRA SANTA
"...NO FIM DE LHES LAVAR OS PÉS, JESUS PERGUNTOU-LHES:'COMPREENDEIS O QUE VOS FIZ'? ..."
"...NO FIM DE LHES LAVAR OS PÉS, JESUS PERGUNTOU-LHES:'COMPREENDEIS O QUE VOS FIZ'? ..."
COMPREENDO QUE JESUS ME "LAVA OS PÉS" TODOS OS DIAS?
6ª FEIRA SANTA
"...E INCLINANDO A CABEÇA, JESUS EXPIROU..."
"...E INCLINANDO A CABEÇA, JESUS EXPIROU..."
COMPREENDO QUE "AO EXPIRAR" JESUS ME DEU TUDO?
SÁBADO SANTO
JESUS "NÃO ESTÁ", OS SACRÁRIOS ESTÃO ABERTOS... E VAZIOS!
COMPREENDO O QUE SERIA ESTE MUNDO "VAZIO" DE DEUS?
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Nota dos Bispos africanos
Ainda a propósito das polémicas provocadas pela recente visita do Papa, vale a pena sublinhar a nota da conferência episcopal regional da África ocidental, agora publicada.
Em primeiro lugar, os bispos manifestam o seu espanto pela manipulação ultrajante e planeada dos “media” contra o Papa que, ao retirarem do contexto uma sua frase e ocultando tudo o resto do que ele disse, atacam a própria Igreja e a sua missão.
Os bispos recordam, em segundo lugar, que a sida não se combate destruindo as bases morais e espirituais dos homens, nem fragilizando os adolescentes e jovens com slogans publicitários e distribuição de preservativos – uma irresponsabilidade que os bispos classificam de crime contra a humanidade.
A nota termina com um “não ao pensar por procuração!”. Porque os africanos sabem pensar por si e não precisam que outros falem em seu nome. Os bispos condenam toda a espécie de paternalismo no modo como os de fora olham para África, exigem respeito pelos valores essenciais e dignidade dos seus povos e agradecem ao Papa a sua mensagem de amor que é a prioridade para todos.
Que bela lição que os africanos nos deram!
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