segunda-feira, 31 de março de 2008

Ordenação de D. Joaquim Mendes

No passado dia 30 de Março, todo o país salesiano (e não só), esteve em festa: D. Joaquim Mendes foi ordenado Bispo.
A cerimónia decorreu no Mosteiro dos Jerónimos, sendo Bispo sagrante D. José da Cruz Policarpo, Cardeal- Patriarca de Lisboa e consagrantes D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, e D. Gilberto Canavarro dos Reis, Bispo de Setúbal.
O lema episcopal escolhido por D. Joaquim foi o mesmo que escolheu a quando da ordenação sacerdotal: “Eu estou no meio de vós, como aquele que serve” (Lc 22,27).

O símbolo das armas de fé episcopais foi este:



Uma cruz estrutura o escudo, dividindo-o em quatro partes como o mistério da cruz estrutura a vida do cristão e do apóstolo.
Os quatro campos significam os quatro Evangelhos e também os quatro pontos cardeais – sublinhando, assim, a universalidade da missão evangelizadora da Igreja. O azul significa a fé e a vida divina e o vermelho a caridade pastoral e o martírio.
O círculo branco no centro do escudo, sobre a cruz, simboliza a Eucaristia, centro da vida cristã, fonte e cume da vida pastoral.
A estrela de sete pontas simboliza a Virgem Maria, “Estrela da Nova Evangelização”.
O “S” inscrito na parte inferior da cruz alude ao serviço, de acordo com o lema episcopal, que aparece inscrito na parte inferior.
Completam as armas a mitra, que está sobre o escudo, ladeada pela cruz e pelo báculo, símbolos do ministério episcopal.

Do nosso Colégio seguiu uma camioneta com algumas pessoas que se quiserem associar a este momento festivo.
Durante a viagem a nossa "bispa" tratou de animar a malta:

Quanto à cerimónia, foi assim que decorreu:
Procissão de entrada


Leitura do mandato Apostólico



Interrogação sobre o propósito de guardar a fé e de exercer o ministério

Imposição das mãos e oração de ordenação


Unção da cabeça e entrega do livro dos Evangelhos e das insígnias


Comunhão


Benção


Mensagem do Reior-Mor dos salesianos, Pe. Pascual Chavez


Palavras de D. Joaquim à assembleia


Saída


No exterior a banda de música do Colégio de Poiares animou as pessoas

À chegada de D. Joaquim, os amigos não quiserem deixar passar a oportunidade de lhe dar os parabéns


Aqui ficam algumas fotos do dia para a posteridade:






Taizé - Uma oração à nossa medida...

olá a todos,

já todos ouvimos falar da oração Taizé, dos seus cantos e da sua capacidade de possibilitar reflexões..
no entanto, quem nunca ouviu falar e até gostasse de exprimentar aí vão as datas:

abril: dia 4
dia 20

junho: dia 6
dia 20

julho: dia 4
dia 18

o local e a hora são iguais para todos os dias: 21h na capela do Colégio dos Órfãos do Porto...;)


bjinhu grande pra todos....

sábado, 29 de março de 2008

MAFI a salvadora de estojos!

Aqui esta o estojo mais FOFINHO e RIQUINHO...que foi salvo pela MAFI.......

Bigadaaa

Atenção!

Pessoal o estojo da Inês perdeu-se no meio das correrias de ontem.

É rosa choque e verde e tem o formato de uma boneca.

Alguém se lembra de o ver?

Que estrelas

quinta-feira, 27 de março de 2008

Parabéns Pe Rui

Conforme devem ter visto no post anterior, colocado pelo próprio, o Pe Rui faz hoje 10 anos de ordenação sacerdotal.

Não podemos deixar de nos congratular com a sua vocação, sobretudo nós que temos "aproveitado" mais de perto.

Para que, tal como ele, outros jovens saibam estar atentos ao chamamento de Deus, aqui fica o apelo:

Mas como sabemos que a vida de sacerdote não é fácil, e porque o dia é de alegria e merece uns sorrisos:

PS: este post ficava melhor dentro do anterior, mas como nos comentários não deixa colocar vídeos...

10 anos



Faz hoje 10 anos que fui ordenado.
Fora dos sacramentos de iniciação, a ordem é o único que imprime carácter, como se dizia. Que reconfigura a identidade.
Para lá da eficácia, dos aplausos, dos fracassos (porque nada disso imprime carácter; tudo isso passa) permanece o desafio da representação.
No início dos anos 90 discutia-se bastante a questão do sacerdócio. (Ou eu dava-me com quem parava para pensar nisso). Ficou-me a ideia do sacerdócio como representação. a 1ª vez que ouvi a expressão fiquei um bocado aflito. Que termo tão legalista, tão comercial! Mas depois fui percebendo melhor a coisa. o padre como re-presentante. Pelo que ele é (não pelo que faz, apenas), pelo que Cristo o faz ser, o padre está chamado a ser Presença de Cristo no seu povo.
Que avaliação?
Mudei.
Poderia e deveria ter mudado mais. As boas convicções estão ainda mais fundamente escritas na carne. Nem sempre tão generosamente operacionalizadas.
As pessoas mudaram nestes 10 anos. Passou João Paulo II.
Os amigos continuam a sê-lo. E mais fortes porque o vencer e entropia do tempo já é uma vitória. E faz-nos companheiros, gente que se senta à mesma mesa a comer o Pão que o Companheiro nos dá.
Outros transitaram dos amigos para o limbo dos nomes que se hesita em conservar na agenda. Por causa das distâncias do espaço. Mas muito mais porque os valores mudaram, os interesses que nos juntavam, viemos a descobri-lo não eram tão comuns como isso. Ou porque o amor que nos unia não era forte ao ponto de se tornar perdão que cure as feridas e as más comunicações.
Gente melhor que eu deixou o ministério e dedicou-se a ser consumidor na Igreja.
Outras pessoas aparecem no cenário.
Vai ficando este amor pós-moderno à tangente. Estamos aqui, encontramo-nos aqui. Podemos bem partilhar razões de viver e de esperar. fazer juntos este pedaço da estrada. na pobreza assumida de quem aceita ser padre, no provisório dos encontros.
E também o prazer de fazer parte do caminho com estes amigos e companehiros umas vezes à toa, outras não. Umas vezes na "paia" outras noutro lugar qualquer.
Este ano aqui, para o ano em Jerusalém diziam os exilados judeus.
Este ano aqui, convosco. Para o ano... um pouco mais à frente.